Nota de Repúdio – Em solidariedade ao Sindicato dos Vigilantes de São Paulo

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É lamentável que vândalos e que em grande parte não são nem mesmo vigilantes tentem, através de FAKE NEWS destruir uma história de lutas e conquistas.

Esses baderneiros, irresponsáveis em ato violento tentaram arremessar bombas caseiras contra a sede do Sindicato dos Vigilante de São Paulo e com isso acabaram ferindo alguns dos manifestantes, segundo relato da própria polícia que está investigando o fato para uma possível responsabilização dos autores deste crime.

Estamos num país democrático e temos a certeza que todos têm o direito de manifestar sua insatisfação, mas com organização, ordem e sempre zelando pelo contraditório.

Essa diretoria se solidariza com o Sindicato dos Vigilantes de São Paulo e repudia de forma tácita tal violência.

Sobre a suposta greve que está sendo “arrumada”? Informamos:

Para que se possa realizar qualquer greve é necessário que se cumpra uma série de requisitos impostos pela CLT  e leis vigentes e entre eles está a necessidade que o sindicato esteja presente e como não há movimentação sindical para isso é importante que, caso queiram participar estarão infligindo em erros, não estarão amparados pela lei e consequentemente sujeito a punições como previsto na lei de greve.

Sobre o reajuste da categoria informamos que, apesar de muitos estarem insatisfeitos com o aumento salarial deste ano entendemos e estamos cientes que a categoria merece muito mais, mas num país em crise, com recessão e um alto índice de desemprego não podemos imaginar um ganho real de 5 ou 10%. Uma de nossas preocupações foi barrar que o patronato retirasse os benefícios já conquistado e instalasse em nossa categoria instrumentos que iriam prejudicar a todos como a jornada no horário intermitentenessa jornada o vigilante ganharia por hora trabalhada não receberia ticket alimentação, cesta básica ou plano de saúde e muito menos teria direito a FGTS e se quisesse que o recolhimento do INSS acontecesse teria que complementar do próprio bolso, pois o valor por hora tem que ser o do salário mínimo. Mais uma vez salientamos que nossa categoria tem todo o direito de conquistar e merece sim melhores salários, mas temos a consciência que o emprego de todos é o mais importante nesse momento de crise em nosso setor.

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Lei define que o recolhimento de dinheiro em bancos não poderá ocorrer perto de clientes, em Taubaté /SP

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LEI EM TAUBATÉ RESTRINGE O HORÁRIO DE RECOLHIMENTO DE DINHEIRO EM BANCOS

 

O horário para a entrada do carro-forte também foi restringido

O prefeito de Taubaté, Ortiz Júnior, sancionou Projeto de Lei dispondo sobre normas de segurança para operações de suprimento e recolhimento de valores em estabelecimentos bancários e financeiros. Com isso, o abastecimento e recolhimento de valores dos carros-fortes só poderão acontecer quando clientes e usuários não estiverem no recinto. Assim, deverá haver isolamento físico da área. Além disso, os estabelecimentos que possuírem estacionamento próprio deverão destinar área específica, não podendo distar mais de dez metros do estabelecimento objeto da operação. O horário da operação também deverá ser comunicado aos órgãos de segurança do Município.

Em caso de descumprimento da Lei, o estabelecimento está sujeito a penalidades, que vão de advertência à multa de até R$ 1,6 milhão. O local também poderá ser interditado e sofrer intervenção administrativa.

Aprovado no dia 30 de dezembro, a Lei Nº 5.240 entra em vigor em 180 dias contados.

Fonte: CONTRASP

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