Iniciada a Negociação Salarial 2017

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INICIADA A NEGOCIAÇÃO SALARIAL 2017

As negociações com o patronato iniciadas ontem às 14 horas na sede do SESVESP nos demonstrou que ainda o patrão não nos valoriza e só nos vêem como um cifrão.
O patronato iniciou os trabalhos nos fazendo uma proposta em que o piso salarial da categoria fosse reajustado pelo IPC e não pelo índice do INPC.
Hoje o INPC ESTA NUM PERCENTUAL MAIOR que o IPC e a vários anos estamos reajustando os salários pelo índice do INPC. O PIOR é que a proposta de reajuste pelo índice IPC nem era o percentual integral mas sim uma fração, uma proposta indecente e inaceitável.
Uma proposta irrisória para uma categoria que se coloca em risco todos os dias.
Com a desculpa de culpar a crise econômica, os patrões recusaram-se a ouvir o clamor da categoria, não por um salário melhor mas por um salário digno. Depois de mais de 3 horas de negociações e diante da intransigência dos patrões a reunião foi encerrada sem acordo.
Uma nova rodada de negociações foi marcada para o dia 15/12.
Sabemos da dificuldade que nossa categoria está passando por causa da crise econômica, política e institucional que o nosso pais atravessa mas não é razão para sacrificarmos ainda mais nossa categoria.
Nesses momentos de crise e intransigência patronal é extremamente importante a experiência, a paciência e a maturidade sindical para avançarmos ainda mais e obtermos o máximo de benefícios para a categoria.

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Sindseg e Fetravesp conseguem Liminar Contra Prática Abusiva do Banco Santander

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SINDSEG E FETRAVESP CONSEGUEM LIMINAR CONTRA PRÁTICA ABUSIVA DO SANTANDER

EMPRESA DE SEGURANÇA É CONDENADA

Conforme publicado anteriormente nos site do Sindicato dos Vigilantes de Guaratinguetá e no da Federação dos vigilantes do estado de São Paulo (FETRAVESP) sobre a conduta do Banco Santander de não conceder intervalo intrajornada aos vigilantes e, após as tentativas de reunião com as Empresas, inclusive solicitando a intervenção do Ministério Público do Trabalho (MPT), a FETRAVESP junto com o Sindseg e outros sindicatos propuseram uma Ação Coletiva contra as empresas de Segurança Privada: Gocil Serviços de Vigilância e Segurança LTDA; Alerta Serviços de Segurança S.C. LTDA; G4S Vanguarda Segurança e Vigilância LTDA e Banco Santander (Brasil) S.A..

Na última Segunda – Feira dia 17 de outubro de 2016, a Juíza da 20ª Vara do Trabalho de São Paulo concedeu o pedido de antecipação dos efeitos da tutela, formulado pela FETRAVESP em parceria com o Sindseg e demais Sindicato, determinando que as reclamadas observem a lei (Artigo 71 da CLT e Súmula 437 do TST), inclusive com aplicação de multa diária em caso de descumprimento.

A Magistrada fundamentou a sua decisão, no Artigo 71 da CLT, que é uma norma imperativa, ou seja, que não permite a flexibilização, conforme disposto na Súmula 437 do TST. “Ora, o próprio nome do intervalo “intrajornada” traz o sentido de ser intervalo no meio ou durante a jornada, não atingindo o objetivo da norma a sua concessão já no início da jornada”, concluiu.

Exemplificando:

• Para jornadas superiores à 4h e interiores a 6h o intervalo: mínimo de 15 minutos;
• Para as jornadas acima de 6 horas: intervalo mínimo de 1 hora, ressaltando que este intervalo não poderá ser concedido no início da jornada.

Antecipação de Tutela

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Denúncia – Santander Atenta Contra a Saúde dos Vigilantes

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O SINDSEG EM PARCERIA COM A FETRAVESP FEZ REQUERIMENTO AO MPT PARA TRATAR DE CONDUTA ABUSIVA PRATICADA PELO BANCO SANTANDER

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Após denúncias de que o Banco Santander tem adotado a conduta de arbitrariamente exigir que os vigilantes façam seu almoço às 9 horas ou então às 16 horas, o SINDSEG em parceria com a FETRAVESP imediatamente notificou o banco para cessar com essa prática, concedendo-lhe o prazo de 48 horas para uma resposta formal à entidade.

Diante da falta de qualquer retorno do banco dentro do prazo estabelecido, a FETRAVESP e o Sindicato dos Vigilantes de Guaratinguetá protocolaram um Requerimento de Mediação e Intervenção em Conflito Coletivo de Trabalho ao Ministério Público do Trabalho, em caráter de urgência, solicitando a intervenção do órgão para que a conduta abusiva do banco seja cessada o mais rapidamente possível, sem que haja prejuízo de outras medidas judiciais que deverão ser tomadas pelo SINDICATO ou individualmente por cada trabalhador.

O requerimento de intervenção do MPT no conflito solicita que além do BANCO SANTANDER, as empresas de segurança GOCIL SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA, ALERTA SERVIÇOS DE SEGURANÇA LTDA e G4S VANGUARDA SEGURANÇA E VIGILÂNCIA LTDA participem também da audiência de mediação no MPT.

O QUE TEM ACONTECIDO?

Unicamente com o objetivo de reduzir custos/despesas e aumentar os seus lucros, e em total desrespeito à vida humana e à saúde do trabalhador, o SANTANDER tem obrigado que os vigilantes façam suas refeições antes do expediente bancário ou então após fechamento das agências.

Ao adotar essa prática, além de comprometer fisiologicamente a saúde do trabalhador, o Banco desrespeita o que dispõe a lei, artigo 71 da CLT, que trata da obrigatoriedade de concessão do intervalo para descanso e refeição, e, principalmente, coloca em risco clientes, população e empregados, uma vez que a pausa no trabalho é necessária para amenizar a exaustão da jornada de trabalho.

Tal conduta obriga que todos os vigilantes estejam posicionados de forma ininterrupta durante o horário de atendimento ao público (das 10 às 16 h) sem qualquer intervalo e sem possibilidade mínima de pausa para refeição e descanso.

A orientação que os trabalhadores recebem é para que o intervalo para repouso e refeição do vigilante seja feito no início ou no final da jornada de trabalho.

O SINDSEG e a FETRAVESP repudiam a atitude do Banco Santander e aguarda o posicionamento do MPT (Ministério Publico do Trabalho) para o agendamento de uma audiência de mediação com o Banco e as empresas de segurança.

Acompanhe pelo nosso site, nossas redes Sociais e nossos informativos outras informações sobre o caso.

Fonte: FETRAVESP E SINDSEG

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Nota de Repúdio da CONTRASP, FETRAVESP e SINDSEG

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NOTA DE REPÚDIO DA CONTRASP, FETRAVESP E SINDSEG

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NOTA DE REPÚDIO

A CONTRASP – Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada, a FETRAVESP e o Sindseg repudiam a matéria “Estudo mostra como armas vão parar nas mãos de bandidos” divulgada ontem (21/09) no Bom Dia Brasil, diminuindo a profissão do vigilante e responsabilizando a categoria pelo fornecimento de armas aos bandidos.

A matéria dissemina, de forma irresponsável, um despreparo da segurança privada – quando na realidade a categoria atua de forma singular, seguindo todas as determinações da Polícia Federal. Nos ataques criminosos os bandidos usam um arsenal de fuzis e armamentos de guerra, evidenciando o real problema: a guerra desigual.

Que a segurança pública vive um colapso é fato, mas questionar a segurança privada é no mínimo irresponsável. Devido a falta de segurança pública, a segurança privada se tornou uma opção econômica para as empresas, que apesar dos altos custos é a mais rentável, pois antes gastar parte de seu lucro, como afirmou um comerciante, do que perder 100% com os assaltos.

Por isso a categoria é preparada sim, cumprindo toda legislação que rege a segurança privada e não será aceito o descaso vindo de pesquisas e entidades que não conhecem a realidade dos vigilantes.

Fonte: CONTRASP

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Nota de Repúdio da CONTRASP, FETRAVESP e Sindseg

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NOTA DE REPÚDIO DA CONTRASP, FETRAVESP E SINDSEG

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NOTA DE REPÚDIO

A CONTRASP – Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada, a FETRAVESP e o Sindseg repudiam a matéria “Estudo mostra como armas vão parar nas mãos de bandidos” divulgada ontem (21/09) no Bom Dia Brasil, diminuindo a profissão do vigilante e responsabilizando a categoria pelo fornecimento de armas aos bandidos.

A matéria dissemina, de forma irresponsável, um despreparo da segurança privada – quando na realidade a categoria atua de forma singular, seguindo todas as determinações da Polícia Federal. Nos ataques criminosos os bandidos usam um arsenal de fuzis e armamentos de guerra, evidenciando o real problema: a guerra desigual.

Que a segurança pública vive um colapso é fato, mas questionar a segurança privada é no mínimo irresponsável. Devido a falta de segurança pública, a segurança privada se tornou uma opção econômica para as empresas, que apesar dos altos custos é a mais rentável, pois antes gastar parte de seu lucro, como afirmou um comerciante, do que perder 100% com os assaltos.

Por isso a categoria é preparada sim, cumprindo toda legislação que rege a segurança privada e não será aceito o descaso vindo de pesquisas e entidades que não conhecem a realidade dos vigilantes.

Fonte: CONTRASP

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VOTE SIM! PELA TROCA DO ARMAMENTO

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Troca de armamento é o 3° assunto mais pedido no Portal E-Cidadania, e precisa do seu voto vigilante


VotesimEm recente pesquisa divulgada pelo jornal EM de Minas Gerais, a troca de armamento para o vigilante ocupou as primeiras posições de assuntos mais pedidos no portal e-cidadania do Senado Federal, mas por falta de votos corre o risco de ser excluído da lista.

O portal E-Cidadania do Senado é uma ferramenta que aponta quais são os assuntos de mais relevância para a população, possibilitando a participação com o apoio do cidadão e sugestões de novas de leis.

Mas para que ela saia de ideia para se tornar um projeto precisa receber 20 mil apoios, em um período de até quatro meses, aí são encaminhadas para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Por isso precisamos do apoio da categoria para que essa ideia ganhe força e para isso é preciso fazer o cadastro no portal.
Apoie essa ideia e faça a nossa voz ganhar força no Senado Federal.

Acesse o link e vote!!!!!

https://bit.ly/votesenado

Fonte: CONTRASP

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CONTRASP lança campanha Porta Giratória não é bola de cristal.

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Identifique-se – Porta Giratória não é bola de cristal.

A CONTRASP lançou em junho a campanha “Porta Giratória não é bola de cristal. Identifique-se”. A ideia é ressaltar a importância do uso da porta-giratória nos bancos, já que este é um dos meios que garantem a segurança das pessoas.

Além disso, o Presidente da Confederação, João Soares, alerta sobre a necessidade de identificação de policiais que tentam entrar nas agências bancárias armados. Conscientize-se sobre essa questão de segurança.

Fonte:CONTRASP

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Instrutores de Cursos de Formação são representados pelos Sindicato dos Vigilantes

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FUNCIONÁRIOS E INSTRUTORES DE CURSOS DE FORMAÇÃO SÃO REPRESENTADOS PELOS SINDICATO DOS VIGILANTES

 

Portaria n. 19, do Ministério do Trabalho, enquadra escolas de formação de vigilantes como empresas de segurança

 

A Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Previdência Social – MTPS publicou a Portaria nº 19, de 22 de março de 2016, aprovando o enunciado nº 68, sobre a vinculação das escolas e cursos de formação de segurança privada à categoria econômica das empresas de segurança privada.

No link abaixo é possível acessar a Nota Técnica nº 61/2016/GAB/SRT/MTE, em que constam fundamentos que motivaram a publicação da Portaria em questão, que também pode ser acessada no segundo link.

MTE – Portaria nº 19 de 22 de Março de 2016 Seção 01 Pag. 124

Nota Tecnica 61 2016 GAB SRT MTPS DOU

Fonte: FETRAVESP

 

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CONTRASP lança duas Campanhas Nacionais

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CONTRASP LANÇA DUAS CAMPANHAS NACIONAIS

Receio e apreensão ao prestar serviço de segurança privada

campanha-armamento-carro-forte (2)É assim que os vigilantes do Brasil se sentem quando assumem seus postos de trabalho

Tendo em vista o risco diário sofrido pelos vigilantes em pleno serviço, além das vidas que já se perderam por constantes ataques a bancos e carros-fortes, a CONTRASP (Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada) se mobilizou para lançar duas campanhas nacionais: a de troca de armamento e a da extensão do porte de arma.

Com o objetivo de garantir a segurança do próprio profissional e de seus familiares, a extensão do porte de arma está sendo cobrada pela CONTRASP perante as autoridades. Esta possibilidade se encontra na mudança do Estatuto do Desarmamento, o Projeto de Lei (PL) 3.722/2012, que autoriza o deslocamento do portador do armamento municiado, em condição em pronto uso, fora do local de trabalho pelo qual seja responsável.

Já a troca de armamento é necessária para inibir as ações dos bandidos que não se intimidam em atacar, sabendo que os vigilantes atuam somente com armamento desatualizado.

A CONTRASP exige das autoridades a mudança da pistola calibre 38 (armamento muito ultrapassado), para a pistola ponto 40, que carrega maior quantidade de balas. Para conseguir o mínimo de segurança, necessária também que os vigilantes carreguem o fuzil AR 15 ou 556 nos carros-fortes e na escolta armada.

“A verdade é que a segurança privada sofre os mesmos riscos que os agentes de segurança pública, portanto é inadmissível que os vigilantes não possam se proteger com armamentos adequados e eficazes. Precisamos acabar com o receio e apreensão dos profissionais em prestar serviços na área de Segurança Privada”, afirma João Soares, Presidente da CONTRASP. 

Essa campanha é de extrema importância para todos os nossos trabalhadores. A união e a participação de todos dará rumo às nossas ações.

Fonte: FETRAVESP

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