Sindseg Denuncia no MPT a Empresa Albatroz

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SINDSEG DENUNCIA NO MPT A EMPRESA ALBATROZ

mptNa última sexta-feira, dia 28/10/2016, os diretores do SINDSEG juntamente com o jurídico protocolaram no MPT (Ministério Publico do Trabalho), em São José dos Campos, denúncia contra os atos ilegais praticados pela empresa Albatroz, com a conivência do BB (Banco do Brasil).

O Sindicato dos Vigilantes de Guaratinguetá e Região recebeu diversas denuncias dos vigilantes que trabalharam no Banco do Brasil, comunicando que foram vítimas de perseguições da empresa Albatroz e que muitos foram dispensados.

Há aproximadamente 02 anos a empresa Albatroz deixou de prestar serviço ao Banco do Brasil e na ocasião não cumpriu com diversas responsabilidades trabalhista o que levou o Sindicato a pedir na justiça o bloqueio de numerários para a quitação dessas pendências.

Entre os meses de maio a agosto deste ano aconteceu uma nova licitação para a Vigilância do BB da nossa região, tendo como vencedora a empresa Essencial que arrematou o lote 10, mas para a nossa surpresa foi a empresa Albatroz que assumiu os postos no dia 10/09/2016. Em um primeiro momento o receio dos vigilantes não serem admitidos não se concretizou, mas desde o dia 17/10/2016 vários trabalhadores vêm sendo dispensados sobre a alegação que não passaram nos primeiros 45 dias de experiência – isso é ilegal, tendo em vista que esses trabalhadores trabalharam em período anterior para a mesma empresa.

Para este SINDICATO o que está acontecendo é uma inescrupulosa perseguição por parte da empresa Albatroz, com conivência do Banco do Brasil, isso pelo fato de a maioria dos atuais vigilantes terem ingressado na Justiça pleiteando seus direitos. Tratasse de haveres rescisórias, posto que sequer as rescisões foram efetuadas a época.

O SINDSEG nunca se calará diante de ações como esta e lutará até o fim em favor desses trabalhadores, se colocando, inclusive, à disposição de todos vigilantes que tiveram seus direitos violados.

Denúncia no MPT

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Denúncia – Santander Atenta Contra a Saúde dos Vigilantes

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O SINDSEG EM PARCERIA COM A FETRAVESP FEZ REQUERIMENTO AO MPT PARA TRATAR DE CONDUTA ABUSIVA PRATICADA PELO BANCO SANTANDER

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Após denúncias de que o Banco Santander tem adotado a conduta de arbitrariamente exigir que os vigilantes façam seu almoço às 9 horas ou então às 16 horas, o SINDSEG em parceria com a FETRAVESP imediatamente notificou o banco para cessar com essa prática, concedendo-lhe o prazo de 48 horas para uma resposta formal à entidade.

Diante da falta de qualquer retorno do banco dentro do prazo estabelecido, a FETRAVESP e o Sindicato dos Vigilantes de Guaratinguetá protocolaram um Requerimento de Mediação e Intervenção em Conflito Coletivo de Trabalho ao Ministério Público do Trabalho, em caráter de urgência, solicitando a intervenção do órgão para que a conduta abusiva do banco seja cessada o mais rapidamente possível, sem que haja prejuízo de outras medidas judiciais que deverão ser tomadas pelo SINDICATO ou individualmente por cada trabalhador.

O requerimento de intervenção do MPT no conflito solicita que além do BANCO SANTANDER, as empresas de segurança GOCIL SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA, ALERTA SERVIÇOS DE SEGURANÇA LTDA e G4S VANGUARDA SEGURANÇA E VIGILÂNCIA LTDA participem também da audiência de mediação no MPT.

O QUE TEM ACONTECIDO?

Unicamente com o objetivo de reduzir custos/despesas e aumentar os seus lucros, e em total desrespeito à vida humana e à saúde do trabalhador, o SANTANDER tem obrigado que os vigilantes façam suas refeições antes do expediente bancário ou então após fechamento das agências.

Ao adotar essa prática, além de comprometer fisiologicamente a saúde do trabalhador, o Banco desrespeita o que dispõe a lei, artigo 71 da CLT, que trata da obrigatoriedade de concessão do intervalo para descanso e refeição, e, principalmente, coloca em risco clientes, população e empregados, uma vez que a pausa no trabalho é necessária para amenizar a exaustão da jornada de trabalho.

Tal conduta obriga que todos os vigilantes estejam posicionados de forma ininterrupta durante o horário de atendimento ao público (das 10 às 16 h) sem qualquer intervalo e sem possibilidade mínima de pausa para refeição e descanso.

A orientação que os trabalhadores recebem é para que o intervalo para repouso e refeição do vigilante seja feito no início ou no final da jornada de trabalho.

O SINDSEG e a FETRAVESP repudiam a atitude do Banco Santander e aguarda o posicionamento do MPT (Ministério Publico do Trabalho) para o agendamento de uma audiência de mediação com o Banco e as empresas de segurança.

Acompanhe pelo nosso site, nossas redes Sociais e nossos informativos outras informações sobre o caso.

Fonte: FETRAVESP E SINDSEG

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