Projeto de Troca de Armamento Movimenta no Senado

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 Novas emendas ao PLS 16/2017 também proporcionam, mediante treinamento, a utilização da pistola .380 pelo vigilante.

O PLS 16/2017, que permite armamentos de calibres maiores aos vigilantes patrimoniais e de carro-forte, recebeu o Relatório do Senador Cidinho Santos, com voto pela aprovação do Projeto. Com duas emendas, o Projeto é fruto de intenso trabalho da CONTRASP em defesa da vida do vigilante, e segue para a Pauta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.

“O Projeto é jurídico, pois atende aos requisitos de adequação da via eleita, generalidade, abstração, coercitividade, inovação e aderência aos princípios gerais do Direito” firma o Relatório, acrescentando ainda que o objetivo é dar uma chance de defesa e sobrevivência aos vigilantes.

Emendas

O PLS 16/2017 autoriza ao vigilante o uso da pistola calibre .40 e, quando em transporte de valores, o fuzil 5,56mm. As emendas no Relatório abrem o leque de opções no rol de armas a serem usadas pelos vigilantes, incluindo, ainda, pistolas .380. Em todos os casos, o profissional precisa ser aprovado em treinamento para manuseio e os armamentos devem ser de fabricação nacional.

Afinal, de acordo com a Pesquisa Nacional de Ataques a Carro Forte, elaborada pela CONTRASP e indicada no Relatório, o número de ataques sobe constantemente com números alarmantes. E o poder de fogo dos criminosos nos sinistros é muito superior ao dos profissionais, resultando no massacre de vigilantes. É mais um passo rumo à vitória e em defesa a tantos trabalhadores que são chacinados em serviço. Seguimos no trabalho diário em compromisso e não descansaremos até que a os vigilantes do Brasil tenham o direito de proteger a própria vida.

Acompanhe: Clique Aqui.

Fonte: Contrasp

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CONTRASP participa de audiência pública na Câmara dos Deputados e pede socorro em nome dos vigilantes do Brasil

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CONTRASP pede a troca do armamento da segurança Privada

A CONTRASP, a Fintrave e o Sinttrav-MG estiveram no último dia 13/09, em audiência pública na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, na Câmara dos Deputados, para debater sobre o  “Enfrentamento da atuação do crime organizado nos assaltos a carros-fortes, caixas eletrônicos e transporte de valores mediante uso de explosivos”.

Na ocasião, um pedido de socorro foi feito pela CONTRASP, Fintrave e Sinttrav-MG. Os vigilantes estão sendo massacrados, esquecidos pelas autoridades e enfrentando uma guerra covarde no exercício da profissão.

“As vidas perdidas não preocupam os bancos e as empresas, por isso pedimos socorro a esta Casa. É preciso trocar os armamentos dos vigilantes, que estão sem poder de defesa, criar uma lei que possibilite o controle de comercialização e transporte de explosivos, bem como maiores fiscalizações nas pedreiras e paióis, onde ficam armazenados os explosivos e artefatos. Assim como limitar os valores transportados nos carros-fortes e limitar os valores nos caixas eletrônicos”, reivindicou João Soares, Presidente da CONTRASP.

Com o mesmo armamento há mais de 30 anos, os vigilantes continuam perdendo a vida de forma cruel e desumana. “Estamos morrendo a esmo, com tiros de fuzis e armamentos de guerra. A população também está refém do crime organizado e a falta de medidas das autoridades. Mostramos aos deputados, através vídeos, jornais e fotos, além de cartazes reivindicatórios, a maneira cruel em que os vigilantes de carro-forte estão morrendo nas mãos dos bandidos, sem nenhum poder de reação”, afirmou Emanoel Sady, Presidente do Sinttrav-MG e Diretor da Fintrave.

Extensão do porte de arma para os vigilantes

Entre as outras reivindicações, estão: o porte de arma aos vigilantes, a blindagem frontal dos carros-fortes visando a proteção dos motores e a inclusão dos crimes contra carros-fortes, escolta armada, bancos e explosões de caixas eletrônicos como crimes hediondos.

Apesar de promessas de projetos de leis que contemplarão as urgências dos vigilantes, a CONTRASP, Fintrave e Sinttrav-MG e os demais sindicatos de transporte de valores existentes no Brasil, juntamente com as demais federações, não descansarão até que realmente sejam efetivadas as mudanças reivindicadas por todos os vigilantes brasileiros.

Fonte: CONTRASP

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1º Congresso da CONTRASP “Organizar, Fortalecer para Romper Barreiras”

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1º CONGRESSO DA CONTRASP “ORGANIZAR, FORTALECER PARA ROMPER BARREIRAS”

Norteado de debates, palestras e muito trabalho para avançar ainda mais nas conquistas da categoria, nos dias 19 a 22 de setembro de 2017, será realizado o 1º Congresso da CONTRASP “Organizar, Fortalecer para Romper Barreiras”. O evento, que será realizado em São Paulo, no Hotel San Rapahel, conta com uma programação repleta de conteúdos de grande importância para a categoria. Entre eles, estão: a análise da conjuntura econômica e política do país, as reformas trabalhista e previdenciária, análise das condições e dificuldades de trabalho dos vigilantes patrimoniais, de carroforte e escolta no Brasil. Também será debatido o Estatuto da Segurança Privada, a construção de uma pauta nacional, a segurança e saúde do trabalhador, eleição e posse da direção para a gestão 2018/2022, entre outros assuntos diversos. A presença de todos será de grande importância nestes quatro dias de estudos e realizações. Muito já alcançamos, mas a luta continua na certeza de que este trabalho será de extrema importância aos vigilantes do Brasil.

 

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Lei define que o recolhimento de dinheiro em bancos não poderá ocorrer perto de clientes, em Taubaté /SP

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LEI EM TAUBATÉ RESTRINGE O HORÁRIO DE RECOLHIMENTO DE DINHEIRO EM BANCOS

 

O horário para a entrada do carro-forte também foi restringido

O prefeito de Taubaté, Ortiz Júnior, sancionou Projeto de Lei dispondo sobre normas de segurança para operações de suprimento e recolhimento de valores em estabelecimentos bancários e financeiros. Com isso, o abastecimento e recolhimento de valores dos carros-fortes só poderão acontecer quando clientes e usuários não estiverem no recinto. Assim, deverá haver isolamento físico da área. Além disso, os estabelecimentos que possuírem estacionamento próprio deverão destinar área específica, não podendo distar mais de dez metros do estabelecimento objeto da operação. O horário da operação também deverá ser comunicado aos órgãos de segurança do Município.

Em caso de descumprimento da Lei, o estabelecimento está sujeito a penalidades, que vão de advertência à multa de até R$ 1,6 milhão. O local também poderá ser interditado e sofrer intervenção administrativa.

Aprovado no dia 30 de dezembro, a Lei Nº 5.240 entra em vigor em 180 dias contados.

Fonte: CONTRASP

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