CONTRASP lança duas Campanhas Nacionais

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CONTRASP LANÇA DUAS CAMPANHAS NACIONAIS

Receio e apreensão ao prestar serviço de segurança privada

campanha-armamento-carro-forte (2)É assim que os vigilantes do Brasil se sentem quando assumem seus postos de trabalho

Tendo em vista o risco diário sofrido pelos vigilantes em pleno serviço, além das vidas que já se perderam por constantes ataques a bancos e carros-fortes, a CONTRASP (Confederação Nacional dos Trabalhadores de Segurança Privada) se mobilizou para lançar duas campanhas nacionais: a de troca de armamento e a da extensão do porte de arma.

Com o objetivo de garantir a segurança do próprio profissional e de seus familiares, a extensão do porte de arma está sendo cobrada pela CONTRASP perante as autoridades. Esta possibilidade se encontra na mudança do Estatuto do Desarmamento, o Projeto de Lei (PL) 3.722/2012, que autoriza o deslocamento do portador do armamento municiado, em condição em pronto uso, fora do local de trabalho pelo qual seja responsável.

Já a troca de armamento é necessária para inibir as ações dos bandidos que não se intimidam em atacar, sabendo que os vigilantes atuam somente com armamento desatualizado.

A CONTRASP exige das autoridades a mudança da pistola calibre 38 (armamento muito ultrapassado), para a pistola ponto 40, que carrega maior quantidade de balas. Para conseguir o mínimo de segurança, necessária também que os vigilantes carreguem o fuzil AR 15 ou 556 nos carros-fortes e na escolta armada.

“A verdade é que a segurança privada sofre os mesmos riscos que os agentes de segurança pública, portanto é inadmissível que os vigilantes não possam se proteger com armamentos adequados e eficazes. Precisamos acabar com o receio e apreensão dos profissionais em prestar serviços na área de Segurança Privada”, afirma João Soares, Presidente da CONTRASP. 

Essa campanha é de extrema importância para todos os nossos trabalhadores. A união e a participação de todos dará rumo às nossas ações.

Fonte: FETRAVESP

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